Novas tendências para o perfil do consumidor em 2030

Definir como será o perfil do consumidor em 2030 é o mote de estudo de Tomás Duarte, CEO da Tracksale e embaixador do Building Global Innovators do MIT de Portugal.

Suas conclusões:

1. Conectividade Global - A tecnologia deve influenciar ainda mais a vida dos humanos nas próximas décadas. Por isso, será necessário que todas as partes do planeta tenham conectividade com internet de alta qualidade.

2. Uso do tempo - O ser humano está cada vez mais ligado ao tempo seja no trabalho, no lazer ou nas redes sociais e navegação em sites. Para o especialista, empresas que investirem em economia de tempo vão conquistar os consumidores nos próximos anos.

3. Conforto -  Com a tecnologia facilitando a vida do consumidor do futuro, ele tende a ficar mais exigente quando o assunto é conforto. Por isso, empresas que investirem em atendimento rápido e confortável serão as líderes nas próximas décadas.

4. Ética - Se a sua empresa não está preocupada com a ética e transparência é melhor correr. Na estimativa de Duarte, ambos os temas serão tão importantes para os consumidores do futuro que o mercado criará formas de classificar empresas.

5. Comunicação - As tecnologias também vão interferir a forma das pessoas se comunicarem e não estamos falando aqui apenas na troca de conversa orais por chats ou no uso de holográficos. A principal mudança nesse quesito, diz o especialista, será no bate papo entre pessoas de origens diferentes.  “Em breve não teremos mais cursos de línguas porque aprender outro idioma não será mais necessário, devido a dispositivos tecnológicos. E isso vai impactar diretamente no cliente porque ele terá acesso a empresas que nunca antes conseguiram entrar no nosso mercado devido a dificuldade de comunicação entre línguas muito diferentes”, completa.

6. Fim do sentimento de posse -  Dizer a um Millennial que ele precisa trabalhar por anos para adquirir um carro o fará rir. Para a geração atual, a relação de posse é muito diferente da que existia entre seus pais e avós. Por isso, o especialista acredita que as empresas irão mudar totalmente nos próximos anos. “As empresas não vão mais vender produtos, mas sim entregar serviços através de assinaturas. Isso quer dizer, por exemplo, que não vamos mais ao mercado comprar barbeador, mas vão assinar para receber o produto mensalmente em casa”, completo.

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