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RESENHA
SEMANAL DE NOTÍCIAS
DO
SEGMENTO
DE SUPERMERCADOS
Data:
13/02/2009
EXPOSUPER:
16 A 18 DE JUNHO DE 2009
FEIRA DE GRANDES NEGÓCIOS
SMO: 25, 26 DE OUTUBRO
DE 2009
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PREÇOS RECUAM NOS SUPERMERCADOS
Informações de associados
da ACATS dão conta que a carne bovina
está com forte demanda de queda
de preços tanto nos cortes nobres
como nas chamadas carnes de segunda. A
redução de preços é
de 10% até 26%. A maior queda está
sendo verificada no filé mignon.
A picanha baixou cerca de 23% e o coxão
mole recuou 13%.
O presidente da ACATS, Adriano Manoel dos
Santos, observa que os percentuais são
indicativos e médios, podendo variar
de acordo com o volume de compra e com
perfil de cada rede e/ou loja de supermercado
e também com a estratégia
da empresa. "A carne bovina pode ser
usada como âncora em promoções,
o que é muito comum nos supermercados.
Neste caso quem compra quantidade maior
poderá praticar o melhor desconto",
complementa.
BC REDUZ PROJEÇÃO DO PIB PARA
2009
Pela segunda semana seguida, o Boletim Focus
divulgado pelo Banco Central apontou redução
nas previsões para o PIB 2009. Desta
vez, caiu de 1,80% para 1,70%. A expectativa
para a produção industrial
também caiu, de 2% para 1,50%.
A previsão para o IPCA subiu um pouco,
de 4,60% para 4,73%. A mesma coisa aconteceu
com o IGP-DI, que foi de 4,49% para 4,63%.
MORRE PRESIDENTE DA SALTON
Vinícola Salton, de Bento Gonçalves,
comunicou na última terça-feira
o falecimento de seu presidente, Sr. Ângelo
Salton Neto, aos 56 anos, ocorrido às
1h desta terça-feira, 10 de fevereiro,
em São Paulo, vítima de infarto
agudo.
Quase um século depois de sua fundação,
a Salton é reconhecida como uma das
principais vinícolas do país.
Os comandantes da terceira e quarta gerações
se espelham na trajetória de luta
e sucesso da vinícola para continuar
o sonho de Ângelo Salton: tornar a
empresa a maior e melhor vinícola
brasileira.
É HORA DE REINVENTAR, DIZ CONSUMO
DO VAREJO
No Brasil, com ou sem crise, as lojas continuaram
de pé e os consumidores vivos, destaca
Alberto Serrentino, Sócio-sênior
da GS&MD - Gouvêa de Souza. “Em
qualquer cenário, as pessoas continuarão
comprando e fazendo escolhas. A questão
hoje é ter estratégias voltadas
para os clientes, conhecendo-os, segmentandoos
e oferecendo um produto consistente”,
afirma. “No supermercado, as pessoas
não vão comprar produtos convencionais.
Elas querem cada vez mais coisas elaboradas,
impõem novos modelos de comercialização
e de comunicação. “A
meta agora, mais do que nunca, é
se reinventar”, decreta Serrentino.
“O consumismo está em baixa
em detrimento de um consumo consciente.
Ao invés de consumir muito, as pessoas
passarão a consumir melhor”,
completa.
SCHINCARIOL PÕE O PÉ NO ACELERADOR
A cervejaria Schincariol planeja investir
R$ 1 bilhão este ano em expansão,
eventuais aquisições e propaganda,
informou o diretor de marketing da empresa,
Marcel Sacco. De acordo com ele, a quantia
não mudou em relação
à desembolsada no ano passado, apesar
da crise financeira mundial e da perspectiva
de uma possível redução
de consumo de cerveja a partir do segundo
semestre, na hipótese de haver mais
desemprego no País. Do investimento
total programado para este ano, R$ 450 milhões
serão destinados para ações
de marketing, o mesmo volume de recursos
aplicado em 2008 nessa área.
MOBILE MARKETING É TENDÊNCIA
PARA 2009
De acordo com dados da Agência Nacional
de Telecomunicações, o país
chegou a 147 milhões de telefones
celulares ativos. Além disso, 2008
também será lembrado como
o ano em que a portabilidade chegou ao Brasil
e a disputa para fidelizar os clientes aumentou
consideravelmente. Diante desse cenário
e do crescimento da publicidade cada vez
mais focada em nichos sociais, a expansão
do Mobile Marketing é uma das principais
tendências para 2009.
AMPLIADO PAGAMENTO DO SEGURO DESEMPREGO
O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo
ao Trabalhador (Codefat) aprovou a pedido
do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o
pagamento do seguro desemprego por um período
de cinco a sete meses para setores que estão
enfrentando sérios problemas de desemprego.
Atualmente, o benefício é
pago de três meses a cinco meses e
o valor máximo é de R$ 870,01.
Serão beneficiados os setores que
estão em situação crítica
quanto às demissões ocorridas
em dezembro, janeiro e fevereiro, de acordo
com dados do Cadastro Geral de Empregados
e Desempregados (Caged). O ministro citou
como exemplo a siderurgia e a mineração.
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