Diretores
da rede Koch de Supermercados, José Evaldo
Koch, também diretor da ACATS e seu irmão
Antonio participaram do Congresso da NRF –
National Retail Federation 2009, realizado em Nova
Iorque. É um dos mais importantes congressos
do varejo mundial.
Koch reforçou os depoimentos de executivos
experientes e que assistem a este congresso todos
os anos e enviam relatos publicados em sites de
informação. Não se falou em
outra coisa a não ser na aplicação
da estratégia de Costumer Centricity, onde
o consumidor é o foco e deverá estar
no centro da atenção e do objetivo
de cada negócio.

A movimentação dos consumidores em
torno das suas preferências é que fará
com que as empresas cresçam. “No varejo
devemos pensar em todos os públicos, todas
as gerações, todos os tipos de pessoas
porque os interesses são diferentes”,
resumiu José Evaldo, como informações
tiradas das palestras.
Uma coisa que chamou muito a atenção
dos empresários catarinenses foi o grau de
risco atribuído a quem é ´mais
ou menos´ em tudo. “Não adianta
sermos mais ou menos em tudo, precisamos ser muito
bons com diferenciais de qualidade em algumas coisas,
se não é possível ser primoroso
em tudo”.

Para exemplificar a importância das mudanças,
Koch lembrou que numa das palestras o conferencista
situou o preço de produtos em oitavo lugar
na escala de prioridades dos consumidores na atualidade.
Antes dele, pela ordem, vem qualidade, experiência
de compra, conveniência, sortimento, produto/disponibilidade,
oferta de serviços aos consumidores, multicanais
e daí então o preço.
Koch assistiu a palestra de Lee Scott, presidente
do Wal Mart, 30 anos de casa, o qual disse à
platéia que os Estados Unidos andarão
meio de lado na economia durante os primeiros seis
meses do ano com Obama presidente, e que depois
haverá um pequeno crescimento.
Mais sobre Costumer Centricity: veja aqui o que
escreveu o especialista na área de varejo
e centros de compras, o carioca Luiz Alberto Marinho,
também presente na NRF: em artigo publicado
no site Blue Bus.
“Agora o consumidor estará de verdade
no centro das atenções. Afinal, com
pouco dinheiro no bolso e muitas ofertas similares
a disposição, ele terá literalmente
poder de vida e morte sobre as marcas. Forçados
pelas circunstâncias, os executivos se preparam
para abandonar a tática segura do bombardeio
massivo para lutar por cada potencial comprador
nas trincheiras da comunicação dirigida
e nas vielas do mundo digital. Para garantir relevância,
terão que ajustar o produto e as lojas ao
gosto do cliente - não é a toa que
75% das empresas consideram ‘customer centricity’
uma das 3 principais estratégias para 2009,
como mostrou estudo divulgado na NRF.”
